Teresina em verde e amarelo

Noventa minutos. Esse é o tempo médio em uma partida futebol, mas se tratando do mais importante torneio nessa categoria, a Copa do Mundo, é um tempo mínimo que mistura muitos fatos e curiosidades. A cada quatro anos esse desporte inova, e Teresina se veste de verde e amarelo.  

A rua Ari Barroso participa de concurso de ornamentação na capital

 

Para Ivone Vieira, auxiliar de escritório e coordenadora de ornamentação da rua Ari Barroso, no bairro Monte Castelo, a copa é um momento único. “Sou uma das coordenadoras e perto da copa nos reunimos e realizamos bingos, rifas, leilões com o intuito de angariar fundos para decoração da rua”, revela. 

Nossa rua respeita a lei do silêncio, pois tudo termina às 21h, afirma Ivone

 

Ainda segundo a coordenadora, nesse período todos vizinho se unem. “Já realizamos essa ornamentação há 12 anos e próximo a Copa os moradores pintam as fachadas das casas, desenham no asfalto, ou seja, toda vizinhança participa. Além disso, contamos com o auxilio de 8 seguranças” salienta Ivone.

 

De acordo com Luzir de Oliveira, professor doutor da Universidade Federal do Piauí (UFPI), nesse período ocorre um patriotismo “enviesado”. “Raramente ver-se no Brasil as pessoas se unirem para combater a violência urbana, erradicação do analfabetismo ou o fim trabalho escravo, mas ao vencer o campeonato cria-se quase uma alegria fóbica, que dá uma idéia de uma brasilidade”, conclui.

Luizir de Oliveira acredita que a copa é um momento de diversão saudável

 

Por: Thiago Moraes

 

 

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Agricultura Familiar: Uma forma de geração de renda que tem se destacado no Piauí

O desenvolvimento e agregação de valor à Agricultura Familiar, que é responsável por cerca de 50 % dos produtos consumidos na mesa dos brasileiros é um dos setores mais trabalhados por diversos órgãos do Estado e do Governo Federal. Para isso, são realizadas capacitações, cursos, palestras, feiras, intercâmbios, convênios e outras atividades através de vários projetos e programas, e com parcerias de instituições e da sociedade civil.

A agricultura familiar é aquela na qual os produtos obtidos são resultado do trabalho dos próprios agricultores. A produção é feita na área que o agricultor detém e, juntamente com os membros de sua família, administram , coordenam todo o processo de plantio, colheita ,comercialização e consumo.

 De acordo com o diretor geral do Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural do Piauí-Emater/PI, Adalberto Nascimento, no estado do Piauí a agricultura familiar é exercida principalmente pelas pessoas de poder aquisitivo mais baixo. E explicou ainda ”Antes o homem do campo não tinha acesso às políticas públicas de assistência, mas nos anos de 2008 e 2009, o governo do estado se voltou para essa questão, e assistiu 105.000 agricultores”.

A Lei Nº. 11.326, sancionada em 24 de julho de 2006 pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que conforme seu Art. 1° “estabelece os conceitos, princípios e instrumentos destinados à formulação das políticas públicas direcionadas à Agricultura Familiar e Empreendimentos Familiares Rurais”.

Fica estabelecido quem de fato deve ser considerado agricultor familiar, expondo regras como: a dimensão máxima das áreas cultivadas, a utilização da mão-de-obra familiar, que a predominância da renda seja reflexo das atividades produzidas pelo agricultor e sua família, e que ele próprio em conjunto com os membros familiares gerenciem os negócios.

Considera ainda como agricultor familiar: silvicultores (cultivam florestas nativas ou exóticas e promovem o manejo sustentável daqueles ambientes), aqüicultores (cultivam organismos aquáticos, incluindo peixes, moluscos, crustáceos, anfíbios e plantas aquáticas para uso do homem.), extrativistas e pescadores.

 Além disso, a lei propaga os direitos que assistem os agricultores, como: a criação de linhas de crédito destinadas às cooperativas e associações que se adéqüem às características dispostas, assistência técnica e extensão rural, seguro, habitação, educação, capacitação, profissionalização, agroindustrialização, e outros.

A assistência técnica é de fundamental importância na produção e comercialização dos produtos agropecuários. Além do Emater, órgãos como o Ministério do Desenvolvimento Agrário-MDA, a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Piauí-Adapi,e outros,  se inserem nesse processo com a implantação, através de metodologias participativas, da educação voltada para a geração de renda no campo e, consequentemente para a melhoria de vida daqueles que se adéquam ao perfil de agricultor familiar.

 Texto e foto:Whenna Duarte

Terceira idade com vida sexual ativa e sem preservativos preocupa especialistas

Vida sexual ativa na terceira idade é cada vez mais constante

“Não há idade limite para a prática sexual”, é o que afirma o urologista Giuliano Aita, referindo-se à atividade sexual entre as pessoas da terceira idade. A questão é bastante polêmica e gera muitas dúvidas, não só para aqueles acima de 60 anos de idade, mas para todas as faixas etárias.

O sexo na terceira idade recebe influências que variam de cultura para cultura, de acordo com valores próprios, estereótipos de masculinidade e de feminilidade e tabus sobre comportamento sexual.

O relacionamento entre o homem e a mulher que possuem mais de 60 anos, de certa forma, se sobressai sob outros tipos de relações, entre pessoas mais jovens. Eles conhecem melhor seus corpos e se beneficiam com isso. Muitos deles mantêm uma atividade sexual constante e são extremamente satisfeitos com isso. Eles destacam que a experiência é fundamental para o bom desempenho na ‘cama’ e, mesmo com a incidência dos problemas, a maioria nega qualquer tipo de disfunção.

No entanto, a experiência traz consigo alguns problemas, que vão além da disfunção erétil e da dificuldade na hora de fazer sexo. Homens e mulheres com mais de 60 anos são confiantes demais e esquecem a importância do uso de preservativo ou de qualquer outra forma de prevenção.

Por manterem, na maioria das vezes, uma constância com o parceiro ou a parceira, as pessoas de terceira idade quase não usam preservativos e os dados de uma pesquisa da Organização Mundial de Saúde mostram que a incidência de Doenças Sexualmente Transmissíveis – DSTs aumentou bastante nos últimos anos. 

“A verdade é que as pessoas com a terceira idade estão mudando o foco de suas vidas. Elas, nos últimos 10 anos, estão descobrindo outras alternativas para não se sentirem inúteis e, dentre essas, a busca por tratamento que ajude na melhoria do desempenho sexual é bastante comum. A criação de medicações, a reposição de hormônios, as substâncias injetadas e a até o uso de próteses, são alternativas usadas pelos homens acima de 50 anos, período em que a disfunção erétil é mais comum”, destacou o urologista Giuliano. 

Homens e mulheres, que mantêm relacionamento sexual em atividade e possuem mais de 50 ou 60 anos, não se preocupam com o uso de preservativos, causa do aumento das DSTs nessa faixa etária. “Eles confiam demais na experiência, nos anos e anos de casados, e recusam o uso de camisinhas. Mas, assim como não existe idade para o sexo, também não existe para as DSTs”, falou. 

A ginecologista Goriete Girão mostrou que existe um certo privilégio para o homem, no que diz respeito ao tratamento da disfunção erétil e colaboração na melhoria da prática sexual. 

“Existe uma medicação mais acessível para o homem. Para a mulher, não existe, ainda, uma medicação que melhore o desempenho sexual, apenas um tratamento de reposição hormonal. Na mulher com mais de 60 anos, a reposição de hormônios é fundamental.”, explica Goriete. 

A ginecologista afirma que a mulher, ao contrário do homem, está buscando mais atividades físicas, além de se cuidar mais, tanto na saúde, como na estética. São fatores, segundo ela, que influenciam na permanência do bom desempenho sexual da mulher, além dos fatores psicológicos, sociais, culturais.

O funcionário público,  E. A, que não quis se identificar, no auge dos seus 71 anos de idade, se declarou uma ‘potência’ na hora da relação sexual. Ele contou que está separado, mas que mantém, constantemente, a atividade sexual. “Não tenho nenhum problema na hora do sexo. Pelo contrário, nunca usei nenhum tipo de medicação e nunca fiz nenhum tratamento. Ainda dou conta do serviço”, frisou o funcionário público. 
Foto:Divulgação
Texto:Whenna Duarte
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Alimentação saudável está cada vez mais presente entre teresinenses

Alimentação saudável é fonte de vida

“Os teresinenses estão ficando cada vez mais interessados em uma alimentação saudável. Isso é a mais pura verdade”, afirma a nutricionista Fernanda Araújo, em relação à alimentação mais adequada, tanto para a prevenção de doenças, como para o bem-estar do organismo. Entretanto, algumas pessoas desconhecem as novas tendências da alimentação saudável e existem ainda aqueles que, até conhecem, mas não aderem à boa alimentação.

Com tantas opções e informações divergentes, fica bastante difícil para o consumidor saber distinguir o que é e o que não é saudável. Os supermercados estão cada vez mais repletos de enlatados, cheios de conservantes, além de produtos industrializados, que passaram por modificações e acréscimo de substâncias químicas, como os agrotóxicos.

 Porém, de acordo com a nutricionista Fernanda Araújo, ainda é possível sair de um supermercado com produtos saudáveis e a garantia de uma alimentação saborosa. 

“Ainda dá para comer bem com os produtos oferecidos no supermercado. Existe muita variedade e os alimentos orgânicos estão preenchendo as prateleiras. Alimentos que antes eram produzidos e comercializados à base de agrotóxicos, hoje podem ser encontrados sem nenhuma substância química.”, comenta. 

Fernanda explica que os alimentos enlatados, principalmente os que possuem conservantes, continuam sendo prejudiciais à saúde humana. O conservante neutraliza as bactérias do alimento, mas possui substâncias carcinogênicas, que podem causar algumas doenças, como o câncer.

Em contrapartida, os alimentos orgânicos – produtos cultivados sem o uso de pesticidas convencionais, fertilizantes artificiais ou dejetos humanos, além de serem processados sem aditivos – estão bem mais acessíveis à população, porém, com uma ressalva: são mais saudáveis que os convencionais, mas são, indiscutivelmente, mais caros.  

As vantagens básicas dos alimentos orgânicos são a falta de toxidade, apresentam melhores condições para o meio ambiente, proporcionam um melhor sabor e não possuem modificação genética. Mas, quando se remonta aos preços que o mercado estabelece, esses alimentos são mais ‘salgados’ do que os convencionais. Aliás, cerca de 200% mais caros, como explicou a nutricionista. 

Mas, mesmo com tantos atributos benéficos à saúde, ainda há muitas pessoas que não conseguem deixar de lado seus antigos hábitos na hora das refeições. É o caso da comerciante Helena Silva, que declara “Sei da importância de uma alimentação balanceada e dos produtos orgânicos, mas não abro mão de comer alimentos que gosto, como uma carne bem gorda, frituras e doces”.

 Foto:Divulgação

 Texto: Whenna Duarte

Perigo de intoxicação por medicamentos: crianças merecem atenção redobrada

Crianças precisam de constante vigilância em todos os ambientes. Os riscos de contaminação ou intoxicação são constantes, principalmente quando os pais não são bem orientados quanto a esses perigos. Todos os dias, por mais limpa e confortável que seja a casa, criança e alguns produtos têm que ficar bem distantes um dos outros.

 “Nunca dê leite ou qualquer outro aditivo à sua criança, caso seja intoxicada por algum medicamento ou produto químico. A mãe nunca vai saber quais os efeitos desse ou de outro aditivo, em relação ao organismo da criança intoxicada. É preciso procurar um médico”, enfatizou a pediatra Glauba Morais, referindo-se à problemática que acontece na maioria dos lares que possuem crianças: o perigo do contato da criança com medicamentos.

A dona de casa Cleyane Rodrigues, afirma que em sua residência os medicamentos estão sempre longe do alcance da sua filha, Clara Giovanna, de apenas um ano de idade. Ela conta que, assim que sua filha começou a andar, teve um contato com medicamentos e quase foi intoxicada. “Ela sempre foi muito esperta e um dia que quase tomou um medicamento que eu havia esquecido em cima da mesa da sala. Como a mesa é baixa, a Clara teve acesso fácil, mas, antes de abrir a embalagem, eu consegui tomar das mãos dela.”, disse.

Casos como esse são comuns nos consultórios pediátricos de Teresina. De acordo com a médica pediatra, Glauba Morais, antes de mais nada, é preciso que os pais deixem os medicamentos em locais fechados como armários. “Não facilitar o acesso ao medicamento é o primeiro passo para evitar acidentes graves”, contou.

A especialista destacou que caso essa medida não seja suficiente e se a criança for intoxicada, os pais nunca devem tomar quaisquer atitudes precipitadas.

Glauba explica que forçar o vômito, por exemplo, pode trazer consequências mais graves para a criança. “A única atitude e a mais correta é levar a criança a um atendimento médico ou entrar em contato com o Centro de Assistência e Informação Toxicológica – CITOX, através do telefone (86) 3221-9608”, destacou.

De acordo com a médica, ao levar a criança ao médico, é crucial que a mãe tenha em mãos a bula e a embalagem do medicamento ingerido pela criança. Essa atitude é fundamental para que o médico saiba como agir, no processo de desintoxicação.

Envenenamento (intoxicação)

A exploração do espaço é uma atividade importante para o desenvolvimento infantil. Colocar objetos na boca, tentar pegar frascos com líquidos coloridos são comportamentos característicos das crianças, mas isso também pode colocá-la em grande risco de envenenamento e intoxicação não intencional.

Quando exposta ao veneno, a criança sofre conseqüências mais sérias comparando-se com um adulto, pois possui uma estrutural corporal menor e seu metabolismo é rápido.

Como proteger uma criança de um envenenamento (intoxicação)

Guarde todos os produtos de higiene e limpeza e medicamentos trancados, fora da vista e do alcance das crianças;

Remédios representam perigo para crianças

Dê preferência a embalagens de segurança. Tampas de segurança não garantem que a criança não abra a embalagem, mas podem dificultar bastante, a tempo que alguém intervenha;

Nunca se refira a um medicamento como doce. Isto pode levar a criança a pensar que não é perigoso ou que é agradável de comer. Como as crianças tendem a imitar os adultos, evite tomar medicamentos na frente delas;

Saiba quais plantas dentro e ao redor de sua casa são venenosas, remova-as ou deixe-as inacessíveis para as crianças. Veja quais os vegetais tóxicos mais comuns;

Mantenha telefones de emergência próximos aos aparelhos de telefone de sua casa. Peça para os avós, parentes e amigos fazerem o mesmo;

Em caso de intoxicação, entre em contato imediatamente com o pronto-socorro ou Centro de Controle de Toxologia de sua cidade para receber orientações adequadas.

 Texto e foto: Whenna Duarte

Comerciantes do calçadão popular de Teresina continuam insatisfeitos

Após cinco meses de instalados no Calçadão Popular de Teresina, aproximadamente 250 comerciantes estão insatisfeitos com as vendas no local. Atualmente, os camelôs que antes estavam nas proximidades do mercado central, agora estão no cruzamento da rua Paisandu e Firmino Pires, no centro da capital.

Atualmente o Calçadão Popular abriga 250 comerciantes

 Inicialmente eram 552 comerciantes, que não foram contemplados com a construção do shopping da cidade, inaugurado em Junho do ano passado. “Aqui as vendas não saem, não vendo nada, ás vezes nem o dinheiro de ir embora eu consigo, se continuar assim  é melhor parar de trabalhar”, fala Francisca Viana, comerciante do Calçadão Popular de Teresina.

Para a comerciante Francisca Viana o Calçadão não é um local adequado

 Com 1800m² o Calçadão Popular de Teresina terá algumas modificações, tais como proteção por causa do sol, padronização das bancas e organização do local. “A construção do calçadão foi realizada de acordo com a vontade dos ambulantes, mas depois de reclamações iremos providenciar algumas modificações, além de investir na segurança do estabelecimento”, destaca Carmem Neudélia, coordenadora de planejamento e revitalização do centro, da Secretaria Municipal de Planejamento e Coordenação (SEMPLAN).

Por: Adriana Oliveira

Categorias:Cidade

Tire aqui algumas dúvidas sobre a Declaração do Imposto de Renda e a sua restituição

Todo ano o cidadão contribuinte deve elaborar sua declaração de renda e enviá-la à Receita Federal, para constatar-se se o contribuinte deve imposto ou receberá uma restituição.

A contadora Geiciane Nunes responde a algumas perguntas freqüentes:

J.O: Quem está obrigado a apresentar a Declaração de Ajuste Anual?

Geiciane: Está obrigada a apresentar a Declaração de Ajuste Anual do Imposto sobre a Renda referente ao exercício de 2010, a pessoa física residente no Brasil que, no ano-calendário de 2009:

– recebeu rendimentos tributáveis na declaração, cuja soma foi superior a R$ 17.215,08;
– recebeu rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40.000,00 (quarenta mil reais).

– obteve, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas;
– optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, cujo produto da venda seja destinado à aplicação na aquisição de imóveis residenciais localizados no País, no prazo de 180 (cento e oitenta) dias contados da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005.

J.O: Como consultar à restituição do Imposto de Renda?

Geiciane: Está consulta está disponibilizada pelo Receitafone através do número 146, acessando a opção 3. Ou então o contribuinte pode cadastrar o próprio

celular no site da Receita Federal e receberá mensagem informando quando a restituição será liberada.

J.O: Quanto tempo o contribuinte tem para resgatar a sua restituição?

Geiciane: Após a liberação, a restituição ficará disponível para resgate por um ano na rede bancária.

Postado por Leiciane Trindade