Arquivo

Archive for the ‘Cultura’ Category

Festa de 15 anos movimenta a high society teresinense no último sábado (03/07)

Confira alguns flashes da noite:

O exclusivíssimo bolo assinado pela cake designer Silvana Meneses, da Doce Vício, especialmente para a debutante da semana!

Vanessa Veloso admira a decoração de Luciane de Castro ao mesmo tempo que exibe belíssimo penteado by: Liana Lopes.

Os pais apresentam a aniversariante à sociedade teresinense em grande estilo.

Vanessa pousa para esta colunista ladeada pelas primas, um flagrante de pura beleza!

Por Larissa Reis Ferreira

Anúncios

Gomes Brasil,do Piauí para o mundo.

Gomes Brasil, grande personalidade da música piauiense é uma prova viva de que, no nosso estado,o amor a música é o fator que mais impulsiona a carreira dos artistas que trabalham nesse ramo.

Por volta dos anos 80,quando o reggae teresinense ainda engatinhava,absorvendo uma postura  de Fortaleza onde predominavam as ondas jamaicanas,Gomes Brasil,natural de Teresina ,Piauí sob influencia musical de grupos originados nos bairros Monte Castelo e Capelinha de palha começou a produzir música na nossa capital.Os primeiros ritmos que o envolviam ainda pairavam na esfera do rock e da MPB mas sempre com uma ‘deixa’  para o reggae.

Em 1996,composições como  ‘Cuzcuz de Mamae’ e ‘Procura-se Iaiá ‘ foram fortalecendo cada vez mais o seu trabalho,até que em 2000,Gomes Brasil  acompanhado dos parceiros James Brito e Guido Andino seguiram para Fortaleza ,mas no Ceará a parceria que tinha tudo para dar certo desfez-se e Gomes que não dominava nenhum tipo de instrumento ,viu-se sozinho em outro estado tendo como grande trunfo a sua voz e  vontade de expandir seu trabalho nacionalmente .

Os contatos com bandas que já trabalhavam com o reggae como a Dona Leda,ajudaram bastante nessa nova fase,até que surgiu o convite para ser vocalista na banda Rebel Lion,banda esta que o deu bastante visibilidade e reconhecimento.para Gomes Brasil,o público cearense é bem mais receptivo que o daqui,pelo menos no que se diz respeito ao reggae “ Vixe Maria,lá eu fui muito bem aceito” diz Gomes.Com tamanha aceitação,ele se apresentou nas cidades de Sobral,Meruoca,Icaraí,Canindé,Aracati,Canoa Quebrada, entre outras,e dessa forma,foi recebendo também um maior reconhecimento da sua terra natal,o Piauí.

E sua atuaçãoo não ficou apenas no nordeste,após  uma participação no  grupo de rap,o Costa a Costa,Gomes foi junatamente coma  banda para o Rio de Janeiro,onde receberam  no Canecão das mãos de Caetano Veloso e Negra Lee,o premio da CUFA ,e em seguida foi com a banda Contra Latreros  para o Uruguai cantar uma música do também compositor piauiense Edvaldo Nascimento.

Muito se ouviu aqui em Teresina sobre uma premiação recebida por Gomes Brasil na França como um dos melhores cantores de reggae da atualidade,para acabar com as controvérsias e boatos,Gomes confirmou que o que houve na verdade foi um ‘alô dos rastafáris ‘ das bandas Alpha Blond,The Gladiators,Gregory Isaac e outras personalidades jamaicanas que informalmente homenagearam o trabalho do nosso piauiense e do vocalista da banda ponto de Equilíbrio,mas para Gomes Brasil,esta homenagem e reconhecimento mundial do seu trabalho vale mais que um prêmio oficial.

Por: Vanessa Feitosa

Categorias:Cultura

Conheça os contemplados com a Lei A. Tito Filho

 Entre os mais de 100 mil inscritos, 30 foram selecionados para terem seus projetos de cultura financiados pela Prefeitura de Teresina, através da Lei A. Tito Filho. A lista com os selecionados foi divulgada na manhã desta quinta-feira, 24, no Salão Nobre da Prefeitura de Teresina. Projetos de música, dança, teatro, cinema, vídeo, fotografia, artes gráficas, folclore, artesanato, artes plásticas, patrimônio histórico, meio ambiente, e outros serão financiados com o R$ 1 milhão em recursos destinados para a Lei em 2010.

Os projetos foram entregues à secretaria da Lei e, posteriormente, repassados ao Conselho Municipal de Cultura – que avalia e decide quais projetos receberão apoio. A lei é uma homenagem a Arimatéa Tito Filho, escritor piauiense que sempre incentivou a produção cultural no Piauí e esteve por muito tempo à frente da APL – Academia Piauiense de Letras.

A Lei nº 2.194 é de 1993, e é um dos principais instrumentos de incentivo e financiamento de projetos culturais em diversas áreas na cidade de Teresina. O incentivo fiscal às empresas dá-se com o ressarcimento total, pela Prefeitura de Teresina, através de desconto de ISS e IPTU (ou seja, 100% do valor investido no limite de 20% do imposto devido).

Durante a solenidade de divulgação dos inscritos, a prefeitura anunciou a liberação de recursos para construção do Museu da Imagem e do Som.

Confira abaixo lista completa dos projetos aprovados:

Edivaldo Nascimento Coletânea – Música – Edivaldo do Nascimento
Longo Caminho – Música – Paulo Henrique Sousa Dantas
Feliz Teresina – Música – Francisco Nunes Pereira Filho
Linha do Equador – Música – Osnir Veríssimo de Sousa
Patacuba Sambaião – Música – Alzimar Lopes Alvarenga
Rumos e Rimas – Música – Daniel Iglesias Leal
DVD Trombone e Cia – Música- Vando Barbosa Paz Oliveira
Projeto Relíquia – Música – Rubeni Evangelista Miranda
CD Grupo Arrumadinho – Música – Luciana Nunes Cunha
Independência ou Rock – Música – Alcides Soares de Amorim Neto
CD Captamata – Música – Bruno Joe Santana da Silva Ferry
Traço e Riso – Literatura – José Antônio Costa
Os Quadrinhos Pós 68 no Piauí – Literatura – Associação Núcleo dos Quadrinhos
O Outro Lado da Independência – Literatura – Claudete Maria Miranda Dias
A Mão Esquerda – Literatura – Sheila Christiane Lima Coelho

Cabeça de Sol em Cima do Trem– Literatura – Thiago Pereira e Silva
No Rumo das Areias– Literatura –José Gregório da Silva Júnior
Contemporânea – Literatura – Patricia Regine Moraes e Castro Amorim
Leonardo Castelo Branco de Carvalho – Literatura – Gervásio dos Santos
Programa de TV Teleleco – Vídeo – José Fábio Costa
The Grafiteiros – Vídeo – Jell Carone Sousa Dos Santos
Caixa Fotográfica – Fotografia – Patrícia Mendes Aguiar
História da Frei Serafim – Pesquisa – Matias Augusto de Oliveira Matos
Dançando Sobre Rodas – Dança – Associação dos Cadeirantes de Teresina
Territórios e Identidades – Dança – Luzia Amélia Silvas Marques
Fábula de Um Sonho sem História – Teatro – Paulo de Tarso Alves da Rocha
O Rouxinol e a Rosa – Teatro – Carlos Augusto Aguiar
Plateia – Teatro –Walfrido de Melo Samlito
O Começo é Sempre Fácil, o Difícil é Depois – Teatro – Francisco Lindolfo Gomes
As Cores de Teresina – Cinema – David Marinho

 POR: Patrícia Sousa

Categorias:Cultura

Budismo: uma fuga intrapessoal para paz

Tido como um caminho para a paz interior, o Budismo também está presente em Teresina. Quem o segue, acredita, facilmente, que o poder para alcançar essa tão sonhada paz interior está dentro de cada pessoa, o que se justifica, inclusive, na tentativa de conceituar o próprio Budismo: uma percepção sobre a maneira que cada indivíduo vê a vida. “São 24 horas por dia, é a forma que a gente vê as coisas, como reagimos diante delas e como a nossa percepção dessas coisas, neste exato momento, é totalmente distorcida”, destaca a monja budista Bhikkuni Ani Zamba Chözom, que veio diretamente da Inglaterra para a capital piauiense, proferir palestras sobre o Budismo.

A Monja Ani Zamba, esclarece os preceitos os Budismo

A Monja Ani Zamba, esclarece os preceitos os Budismo

Em Teresina, existe apenas um templo totalmente construído e voltado para o Budismo, que também é referenciado como uma filosofia de vida. Denominado Centro de Budismo Tibetano Shenphen Chöling, está localizado na Avenida Presidente Kennedy, próximo ao Parque Zoobotânico, zona Leste da cidade. Logo na entrada, mesmo sem conhecer a prática budista, o clima sereno, o barulho dos pássaros e a presença forte da natureza começam a confirmar que o local, de alguma forma, proporciona a paz que a maioria das pessoas busca.

“Essa era a idéia do Buda: aquele que está acordado, que busca essa condição de plenitude. Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, Buda não é uma pessoa, não é o nome de uma pessoa, mas um título, um estado de ser. Buda mostra o potencial humano para atingir a plenitude. Não é um salvador, algo ou alguém que veneramos, mas um exemplo para as pessoas, do que nós podemos fazer, do que podemos ser”, enfatizou a monja Ani Zamba.

Ainda segundo ela, seis características são fundamentais no Budismo. “Chamamos de um conjunto de ensinamentos, ao qual damos o nome de ‘As Seis Perfeições’. São elas: perseverança, concentração, generosidade, disciplina e paciência, que, juntas, são caminhos para a sexta perfeição: a sabedoria”, explica Ani Zamba, auxiliada pelo músico piauiense Cláudio Martins, que segue o Budismo há oito anos.

“Todos podem chegar a esse ponto de plenitude, de paz interior. Não é algo restrito de alguém, de um determinado grupo. Basta querer e utilizar as ferramentas para alcançar isso: observar como você trabalha a sua mente, a forma como você vê a vida. É uma filosofia de vida, mas não é algo abstrato: é uma prática lógica, científica”, pontua Cláudio, que possui oito irmãos, todos católicos praticantes.

Sobre a sua relação com seus familiares, Cláudio fez questão de frisar: “No Budismo, o respeito é algo extremamente privilegiado por nós, seguidores, simpatizantes. Então, na minha casa, existe uma relação de respeito bastante definida. Um dos nossos exemplos mais fortes, Dalai Lama, inclusive, condena qualquer aversão às religiões: ao contrário disso, privilegia o respeito”, contou Cláudio, que conheceu o Budismo no ano de 2001, através da indicação de amigos. “Na época, não existia nenhum templo específico do Budismo; apenas grupos de simpatizantes, que se reuniam para a leitura e contemplações de textos budistas”, afirmou.

O músico também falou que, antes de conhecer e praticar o Budismo, não participava de nenhuma religião ativamente, embora sua família fosse católica. “Antes de conhecer de perto o Budismo, no Espaço Luz, em 2001, que era um grupo de simpatizantes, eu apenas lia artigos, pesquisava na internet sobre essa prática. Então, fui indicado por amigos e até hoje sigo os preceitos budistas. Durante a semana, por exemplo, nós fazemos oferendas, como água, flores, luzes, sons, comidas e perfumes. Isso é um costume indiano antigo”, enfatizou.

A prática surgiu, mais precisamente, na região Nordeste do subcontinente Indiano e, provavelmente, após o falecimento de Siddhartha Gautama, cerca de 400 a.C., ganhou força e divulgação mundialmente. Para os seguidores, “O Buda” é apenas um guia espiritual e não um deus. “E é por isso que alguns seguidores também são membros de outras religiões. No Budismo, não há uma hierarquia como na igreja católica, por exemplo, onde existe o Papa, o Bispo, o Padre”, pontuou Cláudio.

Segundo Cláudio, cerca de 20 a 25 pessoas são seguidoras, ativamente, do Budismo. “São estudantes, profissionais liberais. Alguns conhecem, simpatizam, mas não são assíduos. Esse é o número médio de simpatizantes. Acho que até por causa da pouca divulgação esse número não seja tão grande”, frisou.

O psicólogo Werner Morais é um dos seguidores do Budismo, em Teresina. “Comecei com a leitura, em uma época que não me recordo bem. Sempre muito ligado à leitura, me identifiquei com a filosofia do Budismo, com os métodos. Sou casado, tenho dois filhos, mas minha família é católica. Eu, inclusive, também vou às missas em algumas eventualidades e também mantemos uma relação saudável de respeito”, disse.

Veja 16 preceitos budistas vividos pelos seguidores:

Os Três Refúgios

1. Eu tomo refúgio no Buda (nossa natureza búdica interior).

2. Eu tomo refúgio no Dharma (o conhecimento).

3. Eu tomo refúgio na Sangha (a comunidade budista).

As Três Resoluções Gerais

1. Eu decido evitar o mal.

2. Eu decido fazer o bem.

3. Eu decido libertar todos os seres senscientes.

Os Dez Preceitos Cardeais

1. Eu decido não matar, e sim cuidar de toda forma de vida.

2. Eu decido não tomar o que não é dado, e sim respeitar a propriedade alheia.

3. Eu decido não utilizar mal a minha sexualidade, e sim ser cuidadoso e responsável.

4. Eu decido não mentir, e sim falar a verdade.

5. Eu decido manter a minha mente clara, não abusar de álcool ou outros intoxicantes, e nem levar os outros a fazê-lo.

6. Eu decido não falar sobre as falhas de outros, mas sim ser compreensivo e solidário.

7. Eu decido não enaltecer a mim mesmo e desfazer os demais, mas sim superar as minhas próprias limitações.

8. Eu decido não sonegar ajuda espiritual ou material, mas concedê-las gratuitamente quando necessário.

9. Eu decido não me entregar à raiva, mas sim praticar a paciência.

10. Eu decido não desrespeitar as Três Jóias (Buda, Dharma e Sangha), mas sim nutri-los e apoiá-los.

Por Viviana Braga (vivianabraga@hotmail.com)


Cabeça de Cuia inspira espetáculo de balé e discussão sobre trabalho infantil

Por ser um dos personagens piauienses mais conhecidos, o Cabeça de Cuia já teve sua história contada de diferentes formas e versões. Agora será apresentado sob o olhar da dança. Os alunos da Cia. Luzia Amélia apresentam nesse fim de semana, nos dias 26 e 27, no Teatro 4 de Setembro, um espetáculo de dança contemporânea baseado na lenda do pescador Crispim, que agrediu a própria mãe a foi almadiçoado por ela.

Segundo a bailarina Luzia Amélia, responsável pela companhia que leva seu nome, os alunos trabalham no espetáculo desde o início do ano, tanto com aulas práticas e ensaios, como com aulas teóricas, nas quais estudaram a lenda e visitaram o bairro Poty Velho. O espetáculo, intitulado “A Verdadeira História do Cabeça de Cuia”, aborda temas como cidadania e trabalho infantil.

“No espetáculo, a gente mostra que a história que contam não é bem assim. A mãe o mandava pescar e ele era muito pequeno, não estudava, não brincava… só trabalhava. Ele não tinha dignidade de criança e, por isso, que ele acabou matando a mãe”, afirma Luzia.

Para a bailarina, não há uma discussão sobre porque o pescador teria virado o Cabeça de Cuia e quantas crianças podem seguir pelo caminho da violência por serem obrigados a trabalhar. Isso acontece pelo fato da história já se apresentar como um tema engessado, trabalhado sempre da mesma forma. Ouça:

Por: Lígia Melo

Esporte é abordado no 27º Salão de Humor em Teresina

Desde segunda-feira (14) e até domingo, 20 de junho, acontece no Theatro 4 de setembro e na praça Pedro II, no centro de Teresina, o 27º Salão Internacional de Humor do Piauí. Com o tema “Trânsito e Sociedade: Os desafios do século XXI” o salão é caracterizado pela diversidade cultural e por centenas de trabalhos vindos de toda parte do mundo.

27º Salão de Humor acontece até domingo,20 de junho

O festival de humor mantém toda a sua graça com uma variedade de atrações, passando pelo humor em desenhos, shows, apresentações musicais, teatro e cinema. Há também estandes, exposições abertas, Festival de Performances, Roda de Poesia e Tambores, e mostra competitiva de cartuns. Além de pontos de comidas e bebidas típicas.

O evento conta com trabalhos de grandes artistas. Alguns cartunistas como Fred Ozanan, Luís solda e Ricardo Soares já participaram e conferiram os cartuns expostos na praça Pedro II.

Na área do esporte, algumas obras de Paulo Caruso, Rodrigo Rosa, Mario Alberto, Léo Martins, Flávio Luiz e outros, estão em destaque no salão de humor na exposição “Um país de chuteiras”. Essa exposição trata apenas da história do futebol e, sobretudo das copas de 1966 a 2002. Entretanto, a copa de 2006 não foi abortada, porque a exposição já foi apresentada antes.

Baltazar, cabecinha de ouro, é a 1ª caricatura publicada no Brasil

Segundo um dos representantes da produção do evento, Raildo Pereira, toda a temática do salão está voltada para o trânsito, mas por ser ano de copa o salão de humor não poderia deixar de abordar o tema. “Como estamos em ano de copa, a gente não podia deixar passar em branco no salão a abordagem desse tema. A exposição já esteve na praça e esse ano a gente achou que seria interessante a volta da exposição”, afirma.

Apesar de ser repetida, a exposição tem sido uma das mais visitadas esse ano. A galeria traz charges, caricaturas e cartuns que faz qualquer um viajar pela história do futebol brasileiro desde que ele surgiu, no começo do século passado, quando chegou a primeira bola de futebol no Brasil até a copa de 2002, contados em forma de arte e humor. Em cada banner tem várias peças de vários artistas.

Na exposição está presente Baltazar, cabecinha de ouro (foto ao lado), que é a 1ª caricatura publicada no Brasil, pelo Jornal Última Hora, em São Paulo, nos anos 50. Mostra também as façanhas de Pelé (nos anos 50 e 60) a Era Zico (na década de 80) o futebol carioca, a era Garrincha, a 1ª e 2ª geração de craques, e muito mais.

De acordo com a organização do evento, a administração dessa exposição “Um país de chuteiras”, ficou por conta dos cartunistas conhecidos nacionalmente como “Jal” e “Gual” (José Alberto Lovreto e Gualberto Costa,  respectivamente). Através de inúmeras pesquisas, os dois escolheram uma série de desenhos, retratando o que houve de melhor em cada ano de copa e reuniram em um livro chamado “A História do Futebol no Brasil através do Cartum”, lançado em 2005 pela Editora Bom Texto.

Exposição “Um país de chuteiras” já esteve em edições anteriores

Por: Rhavena Dias

Ensaio Vocal comemora 20 anos de estrada com shows

Levando ao público canções do repertório piauiense e da música popular brasileira, o grupo Ensaio Vocal comemora seus 20 anos com três shows no Teatro da Assembleia, nessas sexta (18), sábado (19) e domingo (20), com ingressos a R$ 30 a inteira e R$ 15 a meia entrada. Criado em 1990, o grupo já se apresentou em vários estados brasileiros e Europa.

Composto atualmente por Luíza Miranda, Vanda Queiroz (sopranos), Fernanda Libório, Luciana Libório (contraltos), Aurélio Melo, Wagner Ribeiro (tenores), Paulo Aquino e Ananias Júnior (baixos), o Ensaio Vocal tem em sua história participações no Festival da Rede Record, em 1990, e no Canta Nordeste, da Rede Globo, em 1993 e 1995, e dois CDs gravados: “Canto do Povo de um Lugar”, de 1990, que recebeu crítica positiva no Jornal O Globo, do Rio de Janeiro, e “Ensaio Vocal canta Chico Buarque”, apresentado em Lisboa, Coimbra, Guimarães e Porto, em Portugal, e Madri, na Espanha.

“O repertório dos shows é uma retrospectiva dos trabalhos desses 20 anos”, afirmam os integrantes do grupo no palco do Teatro da Assembleia. A setlist vai desde interpretações de músicas próprias, como “Que Xote”, premiada no Canta Nordeste, passando por Tom Jobim e Chico Buarque, até chegar em Beatles e Bee Gees, estas últimas integrantes do show Baladas Românticas, de 2002. E, em clima de Copa do Mundo, o Ensaio Vocal encerra a noite com o samba “Aquarela do Brasil”, de Ary Barroso.

Por: Lígia Melo